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.:De
onde tira dinheiro a bruxa do 71?
.:Qual
será o apartamento número 8 em que o Chaves vive,e com
quem vive?Deduz-se que seja no segundo pátio por vários
indícios em vários episódios.
.:O
Barril do Chaves é seu esconderijo secreto,e não o lugar
onde ele dorme
.:Os
óculos da Chiquinha não possuem lentes
.:O
último programa em que apareceu o Kiko,foi no segundo
capítulo filmado em Acapulco,no ano de 1978
.:Na
primeira versão do capítulo em que se vê o álbum de
fotografias de seu Madruga, pode-se ver numa parede
da casa, uma foto em que aparece uma mulher com um vestido
de noiva junto com um homem; o qual seja supostamente
Seu Madruga com sua
falecida esposa.
.:Neste
mesmo episódio quando a Chiquinha estava recortando
uma foto do Seu Madruga para fazer uma lição de casa
que abordava a desnutrição (haha...), se pode ver na
foto, um senhor que acompanha Seu Madruga, o qual não
se sabe quem possa ser.
.:Dona
Clotilde foi a última a ocupar uma casa na vila.
.:Seu
Madruga havia vivido por mais de 15 anos na vila,o que
quer dizer que antes ele pagava o aluguel.
.:O
nome da música com que começa o programa foi baseada
na “Marcha Turca das Ruínas de Atenas” (gravada
em abril de 1920) e o autor é Beethoven”.
.:A
música de entrada corresponde ao artista Jean-Jacques
Perrey e se chama “The Elephant Never Forgets”
do seu disco “Moog
Índigo”
.:Quando
Carlos Villagrán se distanciou do elenco de Chespirito,
no capítulo em que os personagens vão ao cinema assistir
ao filme do Pelé (que no original é o filme de Chespirito,“El
Chanfle”), para dar a explicação da saída do Kiko, Dona
Florinda diz que ele foi viver com sua tia para que
pudesse ter uma educação melhor.
.:Houve
somente um capítulo em que quase todo o elenco participou:
“Um Festival de Visinhos”.(o que passa no Brasil).
.:O
primeiro capítulo de Chaves foi transmitido em 20 de
junho de 1971.
.:Se
chama no original “El Chavo del Ocho” porque no ano
de 1971 este programa se transmitia pelo Canal 8 do
México; mais depois de um tempo, foi transmitido por
outro canal, então Chespirito teve que dizer que o Chaves
vivia no apartamento de nº 8.
.:O
programa do Chaves foi visto por mais de 350 milhões
de pessoas por semana.
.:Quando
Chespirito introduziu a Pópis, lhe pôs uma voz fanhosa,
poucos dias depois um senhor disse a Chespirito que
jamais voltaria a ver seu programa, porque seu filho
tinha esse tipo de problema e todos caçoavam dele na escola. Bolaños então resolver sumir com o personagem
e um ano depois a incorporou uma voz normal.
.:A
apresentação do programa era feita por Gabriel Fernández,esposo
de Maria Antonieta, “A Chiquinha”.
.:Um
dia Pelé chamou Chespirito por telefone para fazer um
filme com o Chaves,mas Bolaños não quis levar o personagem
para o cinema. Foi aí que surgiu então, talvez, o filme
“Os Trapalhões e o Rei do Futebol”, com Pelé e “Os Trapalhões”.
.:Durante
todo o programa nenhum dos atores usava ponto eletrônico
(um aparelho que fica na orelha por onde o ator recebe
instruções do diretor)
.:Quando
Ramón Valdés morreu, Angelines Fernández, foi a única
que esteve 2 horas de pé junto ao caixão de Ramón. Em
todo o velório dizia: "Mi rorro,
mi rorro”
(rorro=neném,
bebe, criança, pequeno).Eles
foram amigos pessoais e ambos se gostavam muito.
.:Imaginem
só: Em um programa de tv, Chespirito denunciou o plagio
de que disse que foi vítima em 1973. Ele comenta assim:
“Há muitos anos, quando não existia nenhum escritório
para registrar as idéias, escrevi um roteiro para o
cinema que falava de uma menina que movia objetos, trepidava
e voava sobre a cama, possuída. Tempos depois, saiu
o livro e o filme “O exorcista” (que coisa não?).
.:Em
Bogotá, Colômbia, anos atrás, o governo daquele país
havia suspendido as transmissões do Chaves; e uns cidadãos
realizaram uma manifestação na qual Chespirito e seus
companheiros participaram em defesa da transmissão do
programa. O mais curioso, foi que se armou uma espécie
de cortejo fúnebre, e dentro de uma caixão ia uma televisão,
a qual com todos os formalismos que requeria a ocasião
foi sepultada em um pátio municipal como maneira de
protesto; o governo não teve mais remédio, e colocou
novamente o Chaves no ar.
.:Em
Santiago, Chile, numa certa ocasião em que todo o elenco
de Chaves chegou a fazer umas apresentações, era tanta
a ansiedade das pessoas para chegar perto dos atores
que Ramón Valdés, que apesar de que no programa de televisão
aparentava ser um homem de caráter irritante, na realidade
ele atendia com gosto e carinho aos seus admiradores.
Desafortunadamente teve um momento de ofuscação quando
ao estar comendo em um restaurante do hotel, chegou
até ele uma mulher que se desviou da segurança; e ao
estar junto a ele tirou um papel solicitando um autógrafo,
sua insistência era tanta que chegou um momento em que
ela atravessou o papel entre a cara de Ramón e o prato
de sopa que ele comia, Ramón Valdés explodiu de nervoso
e gritou: “Por
favor, senhora, quer deixar eu comer!?”
.:Há
uma história que Chespirito conta visivelmente emocionado
e com olhos lacrimejantes, onde relata
sobre um senhor que estava doente,sem poder falar
e que adorava o Chapolin Colorado, e sempre, prostrado
em sua cama, assistia ao programa. Os médicos não encontravam
explicação para seu estado e ao seu problema de não
poder falar, porém um dia, vendo o programa, o senhor
disse: “Chapolin!” e começou a rir, impactando a família
e os médicos. Isto disse Chespirito em uma entrevista
que deu ao programa “Hoy”, feita por Andréa Legarreta,
e esta história chegou a Bolaños através de uma carta
que escreveram os familiares do doente.
.:Faz
um tempo quando Roberto Gómez Bolaños foi entrevistado
no “Show de Cristina”, e contou uma história. Conta
que em uma viajem a Colômbia com todo o elenco do programa,
estavam visitando centros turísticos, eles viajavam
de ônibus, disse que em um ponto subiu um menino pobre
vendendo doces e outras guloseimas, e que quando chegou
ao acento onde estava Chespirito, ficou hipnotizado
e em uma fração de segundos este menino tirou todo o
dinheiro que tinha em seu bolso e disse ao “Chaves”:
“Toma, para que compre seu sanduíche de presunto”;
Roberto ficou perplexo perante o que este menino pobre
acabara de fazer e ele como um cavalheiro que é, aceitou
o dinheiro, não quis desfazer a ilusão do menino.
.:Conta
Carlos Villagrán que ele e Ramon Valdés tinha grande
amizade, que Ramón estando muito mal de saúde em um
hospital, ainda conservava se bom humor. Carlos Villagrán
disse: “Nos vemos lá encima no céu” e Ramón
replicou “Não se faça de louco, lá embaixo, no inferno”.
*Gracias
a Estaban Portugués
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